O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que existem “fortes indícios” de que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, atuou “como um verdadeiro mandatário de Daniel Vorcaro” no banco estatal de Brasília. Em troca, ele teria recebido 146 milhões de reais em propina, por meio de imóveis. Mendonça determinou a prisão preventiva de Costa, atendendo a pedido da Polícia Federal, na quarta fase da Operação Compliance Zero.
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Levantamento da Paraná Pesquisas para o governo de São Paulo mostra que Tarcísio de Freitas tem chance de se reeleger no primeiro turno. Segundo a nova pesquisa, Tarcísio tem 47,8% das intenções de voto no primeiro turno contra 33,1% de Fernando Haddad. Bem atrás, aparecem Paulo Serra (4,6%) e Kim Kataguiri (3,5%).
A Paraná Pesquisas também simulou um eventual cenário de segundo turno. Nesse recorte, Tarcísio aparece com 53,4% das intenções de voto e Haddad, 37,3%. O levantamento ouviu mil e seiscentas pessoas entre os dias 11 e 14 de abril. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, comentou o resultado do levantamento em entrevista ao programa Ponto de Vista.
A campanha de Flávio Bolsonaro teme duas propagandas específicas que devem ser feitas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.
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Uma delas se refere ao balanço de quatro anos da gestão à frente do Palácio do Planalto, devido ao contraponto com o mandato de Jair Bolsonaro. A segunda defende o fim da escala 6×1. O receio é que a peça coloque Lula como o “pai dos trabalhadores” e contraponha falas de membros da oposição contra a redução da jornada de trabalho. A avaliação é de que qualquer posicionamento contrário ao fim da escala 6×1, às vésperas do período eleitoral, pode ser danoso à campanha de Flávio à Presidência.
E sobre a tramitação das propostas sobre o fim da escala 6×1 na Câmara, o presidente da Casa, Hugo Motta, falou que a PEC e o projeto de lei apresentado pelo governo vão ser analisados paralelamente.
No Senado, o assunto do momento é a tensão com o Supremo Tribunal Federal. Depois do relatório da CPI do Crime Organizado propor o indiciamento de ministros da corte, o decano Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República uma investigação do senador Alessandro Vieira por abuso de autoridade. Durante uma sessão no Senado, Vieira criticou a medida e recebeu apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Para o cientista político Rodrigo Prando, o pedido de Gilmar Mendes para que a PGR abra investigação contra Alessandro Vieira só amplia o embate entre os poderes.
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Dirigentes de partidos de oposição ao PL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro se reuniram nesta quinta-feira para definir a estratégia para a votação de amanhã à presidência da Casa. Em uma nota divulgada logo após o encontro, PSD, MDB, Podemos, PT, PDT, PSB, Cidadania, PCdoB e PV defendem o voto secreto para o cargo. A oposição se articula para lançar um candidato único. O nome escolhido é o de Vitor Junior. O PSOL vinha participando das negociações na Alerj, mas não assina a nota e deve lançar um candidato próprio. Contando com os psolistas, a frente calcula ter entre 25 e 27 votos. São necessários 36 para eleger o presidente, e o nome do PL — maior bancada na Casa — segue sendo Douglas Ruas, pré-candidato ao governo. Ele conta com apoio do PP e do União Brasil. A expectativa dos adversários é a de que ele possa perder votos numa eleição secreta. Mas o formato depende, principalmente, de uma decisão da Justiça.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que Monique Medeiros, ré pelo assassinato do filho, o menino Henry Borel, volte para a prisão.
Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de 10 dias a partir desta quinta-feira. O anúncio foi feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A trégua está prevista para começar às sete da noite, no horário de Brasília. Em publicação nas redes sociais, o republicano disse que a decisão foi tomada após conversas “excelentes” que teve com o presidente libanês e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
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