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Em Audiência Pública, moradores expõem problemas da Nova Colina, em Sobradinho I

25 de fevereiro de 2026
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Em Audiência Pública, moradores expõem problemas da Nova Colina, em Sobradinho I Moradores relataram falhas em transporte, iluminação, saúde e educação; demandas serão encaminhadas ao GDF e concessionárias Em audiência pública realizada na noite desta segunda-feira (24), na Escola Classe 16 de Sobradinho, moradores, lideranças comunitárias e representantes do governo discutiram a situação da Nova Colina, bairro localizado na região administrativa de Sobradinho I. A reunião, convocada pela deputada Paula Belmonte (PSDB), reuniu relatos sobre problemas de infraestrutura, serviços públicos e regularização da região. A parlamentar abriu o encontro afirmando que transformará as reclamações da comunidade em demandas formais ao Executivo. “A audiência é para escutar e encaminhar. Tudo o que for relatado aqui será registrado e enviado aos órgãos responsáveis”, afirmou, destacando que a fiscalização é atribuição da Câmara Legislativa e que o objetivo é obter respostas concretas para as diversas áreas, como transporte, iluminação, saúde, educação e segurança. Queixas O transporte foi o primeiro tema a provocar manifestações dos moradores. Benedito Figueiredo relatou a superlotação diária dos ônibus que atendem a região: “As linhas 620, 620.1 e 620.3 chegam cheias antes de entrar na Nova Colina; a gente fica na parada às cinco da manhã e o ônibus não para”, reclamou o morador. Outro ponto recorrente foi o atendimento da Neoenergia e da Caesb. A representante do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), Duartina de Souza, denunciou cobranças duplicadas, cortes sem aviso prévio e negativações irregulares. Segundo ela, famílias em situação vulnerável têm enfrentado dificuldades para restabelecer serviços essenciais. “A Neoenergia está cobrando duas vezes, corta sem avaliar casos graves e ainda negativa em cartório. Tem acamado com oxigênio em casa”, desabafou. A regularização fundiária e as obras de drenagem também estiveram em pauta. Rita de Cássia, liderança comunitária, relatou que áreas como o Residencial Dorothy Stang ainda sofrem com enxurradas e falta de infraestrutura, apesar de avanços recentes na oferta de água e energia. O representante da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Luiz Fernando Machado, informou que o novo PDOT, sancionado na véspera, mantém a previsão de regularização das áreas da Nova Colina. Na educação, o chefe de secretaria da Escola Classe 16, Everton Fontenelle, explicou que a unidade atende mais de 560 alunos, muitos vindos de comunidades distantes, e defendeu a construção de uma creche e de uma escola de educação infantil, além de melhorias na estrutura física da instituição. A saúde também foi tema de preocupação. A enfermeira Maria de Lourdes, da vigilância epidemiológica, alertou para o aumento de doenças respiratórias e o retorno dos casos de coqueluche, ressaltando a importância da vacinação. A gerente da UBS local, Fernanda Santana, relatou falta de profissionais — especialmente técnicos de enfermagem — e dificuldades de acesso enfrentadas por moradores de áreas rurais. O primeiro-tenente Vinícius Ribeiro, da Polícia Militar, destacou que o reforço do policiamento depende de registros formais de ocorrências e os moradores defenderam a criação de um Conselho Comunitário de Segurança específico para a Nova Colina. Encaminhamentos No encerramento, a deputada Paula Belmonte anunciou três encaminhamentos imediatos: o envio de ofícios à Secretaria de Mobilidade com as linhas de ônibus citadas e seus horários de maior demanda; um requerimento de informação à Neoenergia e à Caesb sobre cortes, cobranças e negativações; e uma reunião direta com a presidência da CEB para tratar da iluminação pública — assunto que dominou diversos momentos da audiência. “Vamos à CEB já na semana que vem, com a comunidade, para cobrar prazos e um plano para as áreas que seguem no escuro”, afirmou. Houve ainda espaço para as iniciativas culturais. Rosemaria, conselheira de cultura, anunciou saraus, feiras e ações musicais para ocupar a região: “Cultura também é política urbana”. Belmonte reconheceu o calendário e reforçou que os órgãos de governo serão cobrados por apoio logístico e estrutura.

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