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Teatro Garagem: o Sesc na identidade cultural de Brasília

29 de março de 2026
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Por isso, Vittória atua ajudando mulheres a entender melhor de carros, conquistar autonomia e tomar decisões mais conscientes. Ela integra a ascensão de comunidades femininas voltadas à mobilidade, um movimento que sinaliza uma mudança estrutural no mercado automotivo. Não se trata apenas de dirigir, mas de decidir, negociar e planejar com segurança e informação. “Nosso foco é tirar o medo da decisão financeira, atuando na oferta de informações que ajudem nesse processo. Quando a mulher entende dele, ela deixa de depender da opinião alheia, que pode levá-la a ser ludibriada, e passa a conduzir a própria escolha.”

Segundo Vittória, saber como proceder em uma decisão tão importante quanto essa é essencial, principalmente em ocasiões em que a compra envolve carros usados, já que é nesse mercado que se encontram a maioria das negociações. Em 2025, o país registrou 18,5 milhões de transferências de veículos usados e seminovos, contra cerca de 2,5 milhões de carros 0km licenciados, segundo a Fenauto, a federação dos revendedores de veículos.

Consumo automotivo – Na prática, o brasileiro comprou sete carros usados para cada novo, consolidando uma inversão estrutural no consumo automotivo, tendência que se mantém em 2026. “Isso acontece devido ao encarecimento do zero-km. Em apenas cinco anos, o preço dos modelos de entrada saltou de cerca de R$ 53 mil, em 2021, para até R$ 81 mil em 2026, elevando a barreira de acesso ao carro novo”, explica ela. Mas, é no mercado de seminovos, que passou a operar em patamares recordes, se encontra o perigo, segundo a goiana, principalmente para as mulheres, que sofrem discriminação no mercado.

“Muitos acham que podem empurrar carros com problemas, por exemplo, ou com financiamentos longos e caros, pela falta histórica de experiência das mulheres nessa área.” Contudo, isso está mudando. Especialmente por ações como a da Vittória, que ajudam na tomada de decisão das mulheres. Ela explica em suas redes, por exemplo, a importância de buscar a opinião de um mecânico de confiança, que pode fazer toda a diferença na hora da compra de um veículo usado.

“Tive acesso ao caso de uma mulher que adquiriu um carro financiado que havia sofrido avarias em um alagamento. Ela não foi informada sobre esse histórico no momento da compra e, logo após sair da loja com o veículo, precisou realizar diversos reparos mecânicos nele. Se tivesse buscado uma segunda opinião técnica antes da compra, poderia ter escolhido um veículo em melhores condições. Agora, além dos custos constantes de manutenção, terá de arcar por um longo período com uma dívida elevada por um carro que se desvaloriza rapidamente e terá pouco valor em uma futura troca.”

Reputação das lojas – Para Vittória, é igualmente fundamental buscar informações sobre a reputação das lojas e contar com indicações de consultores que realmente auxiliem na escolha de um bom veículo. Também é importante ter noções básicas sobre as condições ideais de um carro e saber quais perguntas fazer no momento da compra. Além disso, muitas lojas, inclusive, oferecem garantia para carros usados, o que funciona como um indicativo adicional da qualidade do automóvel comercializado. “Carro é meio, não fim”, resume Vittória. “Quando ele é bem planejado, vira liberdade. Quando não é, vira peso.”

Pesquisa inédita – A comunidade liderada por Vittória — “Dona Meu Destino”— realizou uma pesquisa em suas redes sociais, que reúnem quase um milhão de mulheres, revelando como elas encaram a decisão de comprar ou trocar de carro. O levantamento ouviu participantes de diferentes regiões do país e indica que, para a maioria, esse processo ainda é marcado por insegurança e forte dependência de apoio externo na tomada de decisão. Quando questionadas se pensam em comprar ou trocar de carro, 23,2% das mulheres afirmaram que pretendem fazer isso em até um ano. Outras 12,6% disseram que o plano é para até dois anos, enquanto 8,9% projetam a compra em até três anos. Um grupo expressivo, de 36,8%, afirmou que deseja comprar ou trocar de carro, mas sem prazo definido. Já 18,4% disseram que não pretendem adquirir um veículo.

Veículo próprio – Em relação à posse do carro, 62,1% afirmaram que têm veículo próprio e o utilizam sozinhas. Outras 23,07% disseram que o carro é da família e dividido com outras pessoas. Já 12,6% não possuem carro atualmente, mas afirmaram que gostariam de ter um. Uma parcela menor declarou que divide o uso do veículo com quem não é da família. O histórico de compra também revela diferenças importantes. 18,04% das entrevistadas afirmaram que já compraram um carro sozinhas.

Outras 50,5% disseram que já passaram pelo processo de compra com a ajuda de alguém, enquanto 26,3% ainda não compraram, mas pretendem fazê-lo. Um grupo menor afirmou que nunca comprou e não pretende comprar no momento. Quando o assunto é sentimento, a decisão de compra desperta emoções diversas. Para 26,3%, o principal sentimento é a confusão diante de tantas opções disponíveis no mercado. Já 24,2% relataram empolgação, enquanto 23,2% disseram sentir medo de errar. A insegurança aparece para 14,7%, e a ansiedade para 8,4%. Uma parcela menor afirmou sentir confiança ao pensar na compra de um carro.

Ajuda da família – O apoio na tomada de decisão também se mostrou relevante. Para 39,5%, a família é quem mais ajuda ou ajudaria no momento da compra. Outras 23,7% disseram contar principalmente com o parceiro ou parceira, enquanto 16,8% recorrem a pesquisas na internet. Apenas 10,5% afirmaram que tomam a decisão sozinhas, e o restante se divide entre quem busca apoio de amigos ou ainda não sabe por onde começar. As respostas vieram de mulheres de diversas regiões do país: 56,3% são do Sudeste, 16,8% do Sul, 8,9% do Nordeste e 14,2% do Centro-Oeste. O percentual restante se divide entre participantes do Norte e mulheres que moram fora do Brasil.

Dicas – Checklist para a compra de um carro

Para quem está transformando o desejo do carro próprio em uma decisão planejada, seguem quatro dicas antes de comprar (ou trocar) de carro:

O primeiro passo não é o test-drive, é o orçamento
Antes de qualquer visita à concessionária ou clique em anúncio, a pergunta central é objetiva e, muitas vezes, ignorada: Quanto eu posso gastar sem desorganizar minha vida financeira? Especialistas em finanças pessoais recomendam olhar além do valor do carro e considerar o Custo Total de Propriedade (TCO), que inclui:

IPVA e licenciamento

Seguro

Manutenção preventiva e corretiva

Combustível

DepreciaçãoUma regra prática é não comprometer mais que 10% a 15% da renda líquida mensal com os custos totais do veículo (parcelas, combustível e manutenção). Isso ajuda a manter o orçamento equilibrado e evita o famoso “carro come salário”. “O erro mais comum que vemos na comunidade é a pessoa conseguir pagar a parcela, mas não conseguir sustentar o carro”, explica Vittória. “Planejamento não é só comprar. É manter.”
Dinheiro na mão, consórcio ou financiamento: o que vale mais a pena?
Pagamento à vista

É a opção mais barata no longo prazo, pois elimina juros.

Para quem conseguiu formar reserva ou vender outro bem, pode significar economia de dezenas de milhares de reais.

Vale a pena considerar carros usados mais recentes ou até negociar desconto no zero-km.Consórcio
Financiamento

Segue sendo o caminho mais utilizado no Brasil.

Em 2025, o financiamento de veículos atingiu 7,3 milhões de unidades, segundo a B3, o maior volume em 14 anos.

Desse total, 4,6 milhões foram de veículos usados e 2,6 milhões de veículos novos.“Aqui, comparar taxas, prazo e CET é decisivo. Pequenas diferenças podem representar milhares de reais a mais no custo final”, destaca Vittória.
Dica: simule financiamento em diferentes instituições antes de fechar. Taxas que parecem pequenas podem representar milhares de reais a mais no total.

Escolher o carro certo é reduzir risco
Quilometragem e histórico

A quilometragem é um indicador importante, mas sozinha não garante bom negócio.

Verifique:
Histórico de revisões e manutenção

Existência de batidas ou reparos estruturais

Recalls e pendências documentaisInspeção técnica

Dicas de ouro na compra e na venda
Na hora de comprar

Não se apaixone pelo visual; foque no estado geral e procedência.

Faça test-drive e revisão mecânica antes de fechar negócio.

Pesquise o valor médio do modelo (tabela FIPE é referência).

Desconfie de preços muito abaixo da média.

Exija documentação e histórico.Na hora de vender
Mantenha a documentação atualizada e revisões em dia; isso aumenta o valor do carro.

Anúncios detalhados, com quilometragem correta e fotos de qualidade, ajudam a vender mais rápido.

Transparência evita problemas jurídicos.

Chinesa Jetour chega ao Brasil focada nos SUVs – Mais uma marca chinesa desembarca oficialmente no Brasil. Desta vez, é a Jetour, vinculada ao grupo Chery. Seus dirigentes estão de olho no segmento de SUVs, hoje responsáveis por mais de 50% das vendas de automóveis e comerciais leves. Serão três modelos à venda inicialmente: o S06, o T1 e o T2. E pelo menos mais três até o fim do ano. Com filial em Brasília, na região do Aeroporto JK, a Jetour já vendeu, desde fevereiro, quando abriu pré-venda, 500 unidades – todas com preços promocionais que seguem até o fim de abril.

S06 – R$ 200 mil (Advance) – R$ 230 mil (Premium)

T1 – R$ 250 mil (Advance) – R$ 264,9 mil (Premium)

T2 – R$ 289,9 mil (Advance) – R$ 300 mil (Premium)
Em maio, esses preços serão reajustados em R$ 5 mil e R$ 10 mil, respectivamente, para as versões Advance e Premium. A versão mais cara do S06 mantém o preço inalterado. Os modelos, no geral, são confortáveis e sofisticados, com acabamentos premium e atenção aos detalhes.

SUV T2 – A campanha de lançamento do Jetour T2 baseia-se na concepção de que ele existe ‘para ir além do deslocamento cotidiano’, sendo para ‘explorar diferentes caminhos’ sem abrir mão de conforto, tecnologia e qualidade. As duas versões do T2 têm sistema híbrido plug-in que combina o motor a combustão 1.5 turbo de injeção direta (135 cv) a dois motores elétricos adicionais, de 75 kW (102 cv) e 90 kW (122 cv). Combinados, resultam em torque máximo de 62,2 kgfm.

O sistema é gerenciado pela transmissão Super Hybrid de três marchas (3-DHT), que permite múltiplos modos de operação, mantendo o motor a combustão e os motores elétricos sempre operando em suas faixas mais eficientes. O Inmetro atesta que o SUV percorre, no modo elétrico, 27,6 km/l na cidade e 23,4 km/l no ciclo rodoviário. O consumo combinado é de 25,7 km/l. O alcance de bateria é de 75 quilômetros. Considerando o modo híbrido, o consumo combinado é de 11 km/l (10,5 km/l na estrada e 11,4 km/l na cidade). Com entre-eixos de 2,8m, o T2 tem comprimento de 4.785mm.

SUV T1 – O modelo também usa um conjunto híbrido plug-in que combina um motor 1.5 turbo a gasolina, que entrega 135 cv e 20,4 kgfm de torque, a um motor elétrico de 150 kW (204 cv) e 31,6kgfm. Ele tem bateria de 26,7 kWh e percorre, no modo elétrico, 34,7 km/l na cidade e 26,8 km/l no ciclo rodoviário. O consumo combinado é de 31,1 km/l.

SUV S06 – Este modelo combina o motor 1.5 turbo com um motor elétrico, oferecendo alcance de até 1,2 mil quilômetros. É um SUV médio, com 4.616 mm de comprimento, 1.910 mm de largura e 1.690 mm de altura. O modelo — considerado o de entrada da marca — oferece garantia combinada de 8 anos para bateria e motor elétrico e 7 anos para o veículo completo.

As duas versões usam transmissão automática de uma marcha (1 DHT), sendo que o motor elétrico entrega 150 kW (204 cv) de potência e 31,6 kgfm de torque instantâneo. Combinados, fornecem torque de 52 kgfm. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 7,9 segundos. O Inmetro informa que o S06 percorre, no modo elétrico, 36,2 km/l na cidade e 28,9 km/l no ciclo rodoviário. O consumo combinado é de 32,9 km/l. Tem classificação “A” (nota máxima). A Jetour tem a intenção de produzir no Brasil e também desenvolver motores híbridos flex. Ela já conta com 14 lojas (algumas apenas de exposição de produtos), mas tem planos de ampliar para 100 concessionárias até o fim de 2026. O centro de distribuição de peças fica em Cajamar (SP) e tem capacidade de armazenar peças por seis meses.

Novo Tiguan custa R$ 300 mil – A terceira geração do VW Tiguan, fabricada no México, chega aos concessionários da marca alemã em 7 de maio. Ele tem motor 2.0 que entrega 272cv de potência e 35,7 kgfm de torque e desembarca por aqui em versão única, a R-Line, com teto solar. O modelo custa R$ 300 mil e é baseado na plataforma MQB Evo. A transmissão é de oito velocidades. A tração é integral, a tradicional 4Motion. Vale lembrar que o SUV, lançado há 18 anos, é o mais vendido pela Volkswagen no mundo.

São 8 milhões de unidades comercializadas neste período, sendo que no Brasil foram mais de 65 mil unidades emplacadas até agora. O destaque é o conjunto de 12 sistemas ativos de segurança, como o Emergency Assist, que conduz o carro para uma parada de emergência em caso de perda de consciência do condutor. O Travel Assist junta o Lane Assist, o Front Assist e o Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) para uma condução semiautônoma nível dois, freando, acelerando e mantendo o carro centralizado na faixa, aumentando o conforto e segurança.

MG4 Urban chega ainda este ano – A montadora chinesa MG, que está no Brasil desde o fim do ano passado, confirmou a decisão de trazer para o mercado brasileiro o MG4 Urban, uma versão menos sofisticada do elétrico MG4, já oferecido por aqui. Aliás, ela também será elétrica e mira o GWM Ora, o BYD Dolphin e o Geely EX2. Deve ter preço abaixo dos R$ 150 mil. O Urban terá duas opções de bateria – com autonomias “entre as maiores do segmento”, segundo os gestores da marca.

A MG Motor é originalmente centenária que foi vendida à chinesa SAIC — e já esteve no Brasil, por sinal, mas com importador intermediário. Agora, de maneira independente, ela traz três modelos 100% elétricos — o hatch MG4, o SUV MGS5 e o esportivo MG Cyberster, cada um com propostas distintas e posicionamento de produto sofisticado. O portfólio inclui o SUV elétrico MGS5 Luxury, de tração traseira, com motor elétrico de 305 cv e torque de 36kgfm. Este promete 351 km de autonomia pelo padrão Inmetro e custa em torno dos R$ 240 mil

Volvo Cars e os carros com software central – A Volvo Cars acaba de ser nomeada a montadora líder na produção de carros com utilização de software central. A marca sueca, que produz alguns dos modelos mais seguros do mundo desde 1927, recebeu o Nível 5 de capacidade SDV (software-defined vehicle, ou, em português, veículo definido por software) pelo S&P Global Mobility. O reconhecimento destaca a capacidade da Volvo Cars de aprimorar praticamente todas as funções do veículo, ao longo de seu ciclo de vida e oferecer maior valor aos clientes por meio do uso do software.

Por exemplo: a empresa pode usar atualizações remotas (over-the-air) para adicionar recursos de segurança, desbloquear velocidades de carregamento mais rápidas, aumentar a autonomia e aprimorar a experiência do usuário. Carros com utilização de software central têm o poder de continuar aprimorando suas funcionalidades nas estradas e elevar ainda mais seu padrão de segurança. O sistema central desenvolvido internamente pela Volvo Cars, o HuginCore, apresenta arquitetura elétrica, um computador central, controladores de zona e software. Presente no coração dos três veículos da empresa com tecnologia definida por software — o EX90, o ES90 e o EX60 — esse sistema possibilita melhores experiências para o cliente, inovação mais rápida e melhorias escaláveis ​​em toda a linha de veículos.

Velas de motos: manutenção caseira põe segurança em risco – A busca por manutenção de baixo custo leva muitos motociclistas a recorrer a tutoriais online para que possam realizar, de maneira autônoma, falhas no sistema de ignição e dificuldade na partida da moto. Embora vídeos e fóruns prometam soluções rápidas para problemas relacionados à dificuldade na partida ou alto consumo de combustível, a ausência de ferramentas adequadas para a identificação do problema pode transformar uma pequena economia em um prejuízo grande. Isso porque a associação entre atuação autônoma e a falta de conhecimento técnico são elementos que, quando combinados, podem provocar danos a componentes caros, como o próprio motor da motocicleta, e comprometer a segurança do condutor. Por isso, a Niterra, multinacional japonesa detentora das marcas NGK e NTK, juntou os três erros mais comuns (e perigosos) encontrados como recomendação de boas práticas na internet.

1 – O perigo da centelha exposta: Um dos testes mais comuns consiste em retirar a vela de ignição, encostá-la no cabeçote e acionar a partida para observar a faísca. A prática, de acordo com Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra, é altamente desaconselhável. “A cor da centelha é um indicador preciso, ela indica a energia da centelha. Porém, é preciso conhecer qual a coloração normal para o sistema de ignição da motocicleta em questão. Outro problema é que falhas no centelhamento provocadas por falta de aterramento podem gerar danos ao CDI e bobina de ignição e o combustível não queimado irá contaminar o óleo lubrificante do motor e pode comprometer o catalisador da motocicleta.

2 – Limpeza com escova de aço: Remover a carbonização com escovas de aço não prolonga a vida útil da vela. O atrito do metal da escova deixa resíduos microscópicos no isolador cerâmico da vela, o que reduz a capacidade de isolação da parte cerâmica da vela. Além de aumentar o desgaste dos eletrodos da vela pelo atrito dos eletrodos com o metal da escova. Outro problema que provocamos é a remoção do banho de proteção que é aplicado ao castelo metálico da vela (parte metálica onde temos a rosca). A falta de proteção permite a oxidação do metal podendo provocar danos à rosca do cabeçote (parte superior) do motor. A recomendação da Niterra é abolir o hábito da limpeza abrasiva, preferindo a substituição preventiva da peça. A grande maioria das motocicletas vendidas no Brasil são monocilíndricas (possui somente um pistão). Desta forma, a substituição de uma vela de ignição possui um custo muito baixo.

3 – A precisão do multímetro e do calibrador: A inspeção visual permite avaliar as condições de queima (mistura ar/combustível), presença de resíduos de uso de combustível de má qualidade e presença de contaminação por óleo lubrificante (motor com desgaste). O uso de ferramentas de medição como calibradores de folga, multímetro e megômetro permitem uma avaliação do desgaste da vela de ignição, da resistência interna da vela e da isolação elétrica. Velas desgastadas dificultam o centelhamento provocando falhas, dificuldade na partida e comprometem a vida útil da bobina e do sistema de ignição. A Niterra reforça que medir a resistência ôhmica da vela e do terminal supressivo (cachimbo) com um multímetro garante o correto funcionamento do motor. Por isso, verifique visualmente também o estado das borrachas seladoras dos terminais, no caso de ressecamento ou trinca, e substitua o terminal evitando falhas em dias chuvosos.

4 – A vela como o termômetro da sua moto – Para o motociclista, a vela de ignição funciona como um relatório de saúde do motor. Dificuldade na partida a frio, oscilações na marcha lenta ou falhas em acelerações rápidas são alertas vermelhos. “A vela de moto é o termômetro do motor. Analisar o estado da ponta ignífera após o uso revela não apenas o desgaste da peça, mas a qualidade do combustível utilizado e a saúde da mistura ar-combustível”, afirma Hiromori. A manutenção preventiva, realizada por um mecânico de confiança, evita paradas inesperadas no trânsito, garantindo a eficiência e reduzindo o consumo de combustível. O custo de combustível é muito representativo para quem utiliza a motocicleta profissionalmente.

Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico. 

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