Ilustração editorial sobre Motoristas de aplicativo bloqueiam vias centrais de Brasília contra PLP 152/2025. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)Motoristas de aplicativos e entregadores bloquearam vias importantes no centro de Brasília nesta quinta-feira, em manifestação contra o PLP 152/2025 que reuniu centenas de profissionais na Esplanada dos Ministérios e no Eixo Monumental.
A Polícia Militar do Distrito Federal interditou a Avenida José Sarney nas proximidades do Congresso Nacional. A praça do Eixo Cultural Ibero-Americano também foi fechada durante o protesto.
A carreata partiu do Estacionamento 2 do Parque da Cidade e seguiu pela via S1. Três faixas foram ocupadas: duas para os manifestantes e uma para o esquema de segurança.
O ato integra uma mobilização nacional dos trabalhadores de aplicativos contra o projeto que será votado na Câmara dos Deputados. Conforme reportou o Metrópoles, os profissionais rejeitam pontos centrais do texto.
O PLP 152/2025 define as plataformas como prestadoras de serviços de intermediação e permite a cobrança de até 30% do valor das corridas pelas empresas. O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) é o relator do texto na Câmara.
A proposta enquadra motoristas e entregadores como autônomos responsáveis por eventuais incidentes com clientes. Essa versão substitui propostas anteriores que limitavam a taxa máxima a 20% e previam bonificações a partir da oitava hora de trabalho diário.
Os manifestantes afirmam que o novo modelo amplia os lucros das plataformas em detrimento dos trabalhadores. Eles criticam a redução da proteção social para profissionais que cumprem longas jornadas e arcam com altos custos de manutenção.
A ausência de vínculo empregatício formal agrava a precarização da categoria, segundo os organizadores. A paralisação nacional busca pressionar o Congresso a rever os pontos considerados prejudiciais.
Atos semelhantes, com bloqueios parciais e suspensão temporária de corridas, ocorreram em várias capitais. A mobilização expõe o descontentamento dos trabalhadores com a atual redação do PLP 152/2025.
A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, que representa empresas como Uber, 99 e iFood, ainda não se pronunciou sobre as manifestações. O debate sobre a regulamentação das plataformas digitais segue intenso no Legislativo federal.
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