1 de 1
Lula participa da sessão de abertura do Fórum Mundial da Alimentação 2025 — Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR Lula participa da sessão de abertura do Fórum Mundial da Alimentação 2025 — Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira (4) da abertura da Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe. A cerimônia ocorre no Palácio do Itamaraty, em Brasília, e marca o principal fórum regional da FAO para definir as prioridades de 2026 e 2027, com foco no combate à fome e à má nutrição na região. O encontro reúne ministros, autoridades e representantes de países latino-americanos e caribenhos. A abertura contará com a participação do Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), QU Dongyu. Pelo Brasil, também participam o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, que é co-presidente da conferência. Veja os vídeos que estão em alta no g1 svg {
width: 50%;
height: 50%;
}
}
]]> Crise humanitária em Cuba A expectativa é que a crise humanitária em Cuba entre na pauta de discussões. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) acompanha o agravamento da escassez de alimentos no país, e os representantes discutem possíveis formas de cooperação para garantir itens básicos à população. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira afirmou que o governo brasileiro pretende enviar ajuda a Cuba e ao Haiti no âmbito da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, com apoio para a compra de insumos destinados à produção de alimentos, além do envio direto de mantimentos. Por mais de 25 anos, a Venezuela foi a principal fornecedora de petróleo bruto e combustíveis a sua aliada política, Cuba, por meio de um acordo bilateral. O ministro Paulo Teixeira também defende que a reforma agrária faça parte das estratégias de combate à fome na América Latina e no Caribe. A proposta foi apresentada inicialmente pela Colômbia e passou a contar com apoio formal do governo brasileiro.
