Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
Noticiário Brasilia
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
Noticiário BrasiliaNoticiário Brasilia
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Governo

Após proposta do governo, renegociação das dívidas rurais volta ao debate em Brasília

27 de abril de 2026
Compartilhar

Setor segue reivindicando a renegociação de dívidas acumuladas por problemas climáticos consecutivos no Estado.Renan Mattos / Agencia RBSA jornalista Carolina Pastl colabora com a colunista Gisele Loeblein, titular deste espaço.Depois de uma proposta alternativa apresentada pelo governo federal, a pauta da renegociação de dívidas de produtores afetados por eventos climáticos volta a ser centro dos debates em Brasília nesta semana. De um lado, o relator do projeto de lei no Senado, Renan Calheiros, se reúne amanhã com a senadora Tereza Cristina para avaliar a proposta do Ministério da Fazenda, que entende como “promissora”. De outro, entidades do agronegócio gaúcho, como a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), se mobilizam para pressionar pela votação do projeto já aprovado na Câmara — cuja análise na Comissão de Assuntos Econômicos, prevista para terça-feira, foi novamente adiada.Na avaliação de Calheiros à coluna, a nova proposta do governo amplia o alcance da renegociação:— A conversa inicial era de R$ 30 bilhões (em recursos do Fundo Social), e agora estamos falando em R$ 81 bilhões.Segundo ele, o modelo prevê dois cenários, para produtores adimplentes e inadimplentes, com prazo de até seis anos para quitação.Do lado dos produtores, o presidente da Fetag-RS, Eugênio Zanetti, avalia que os termos ainda estão distantes da realidade do campo:— O prazo de seis anos (proposto na alternativa do governo federal como prazo para pagar) é curto. Defendemos, pelo menos, dez anos, com três de carência. Conforme o dirigente, os juros e a exigência de entrada — entre 6% e 12% e entre 10% e 20%, respectivamente — também pesam em um momento de caixa apertado do setor.Economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz acrescenta que a proposta não enfrenta o principal nó do endividamento rural:— A maior parte da dívida está a juros livres. Quando se fala em R$ 81 bi, envolve operações que não dependem do governo.Leia mais colunas de Gisele Loeblein

Assuntos Governo
Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print
Painel Informe Manaus de Satisfação: Gostou da matéria?
Love0
Angry0
Wink0
Happy0
Dead0

Você pode gostar também

Governo

Milhares se reúnem em Brasília em oração pela nação: ‘O Brasil pertence a Jesus’

27 de abril de 2026
Governo

Exposição Joaquín Torres García no CCBB Brasília conecta modernismo latino-americano à arte brasileira

27 de abril de 2026
Governo

Previsão do tempo para Brasília indica semana com céu parcialmente nublado

27 de abril de 2026

Trabalho doméstico cresce em Brasília, mas informalidade e baixos salários persistem

27 de abril de 2026
Governo

Sabatina de Jorge Messias e escala 6×1 são destaques em Brasília

27 de abril de 2026
Governo

Bairro de Brasília faz aniversário e ganha semana de eventos gratuitos para família – Curta Mais

26 de abril de 2026
Noticiário BrasiliaNoticiário Brasilia