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Para músicos, o negócio é carnavalizar o rock

21 de abril de 2026
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Pioneiros em trazer o rock para o carnaval, o Bloco Eduardo e Mônica nasceu para celebrar a identidade musical brasiliense para as ruas da cidade. Fundado por Marquinho Vital, Rony Meolly e Diogo Villar, músicos dos grupos Capitão do Cerrado, Meolly Folk e O bando, em 2017, o bloco surge para criar uma nova experiência para os brasilienses com clássicos do rock e do reggae. Atualmente, o Bloco Eduardo e Mônica ultrapassou as barreiras do Quadradinho e se apresenta em diversos lugares do país.

Para os fundadores, a história de cada um com a cidade se confunde com sua história na música. “Eu nasci em Brasília e a primeira banda que eu tive, Capitão do Cerrado, fazia referência a nossa região com músicas que contavam a história de Brasília e de quem é brasiliense”, conta Marquinho. “O intuito do bloco desde o início foi prestigiar as músicas das bandas de Brasília. A gente sempre quis trazer isso para um público que talvez não acompanhasse tanto o rock, um público de carnaval e um público de novas gerações”, destaca.
Ideias em projetos
Meolly e Diogo explicam que o bloco nasceu misturando rock nacional, festa e brasilidade em um formato popular e afetivo. “Foi em Brasília que encontrei palco, público e parceiros para transformar ideias em projetos. O que mais marcou foi ver o bloco crescer de forma orgânica, ganhando as ruas e o coração das pessoas”, comenta Meolly. “Depois de um tempo, o Eduardo & Mônica deixou de ser um show e virou um movimento, ganhando as ruas no carnaval e se consolidando como uma marca cultural de Brasília”, reflete Diogo.
Para Marquinho, Brasília tem importância máxima em sua vida. “Meu pai é de Santa Catarina e minha mãe do Nordeste. Se encontraram aqui em Brasília também, se conheceram aqui e se casaram por aqui também. Os dois servidores, vieram de fora para morar aqui. É aquela velha história. As pessoas se encontravam aqui e tinham filhos e nascia uma nova história, uma mistura de famílias de regiões diferentes.
Os ideais de Juscelino Kubitschek de tirar um grande sonho do papel e transformá-lo na capital do país é algo que inspirou o Bloco Eduardo e Mônica. “A ousadia de erguer uma cidade do zero é inspiração direta: me lembra que ideias grandes exigem coragem, visão e persistência”, comenta Meolly. O bloco que nasceu com a visão dos três fundadores já se estende à nova geração de brasilienses. “O projeto cresceu e hoje conta com uma rede de músicos, produtores e criativos que renovam o espírito do bloco a cada edição”, conta Diogo.

Inspiração
A paisagem bela da capital também serviu de inspiração para Marquinho. “Brasília sempre foi uma inspiração, não só a natureza, mas com certeza a arquitetura, as ruas largas e todo esse visual. A gente está dentro de uma cidade, mas convive muito próximo à natureza, muitas árvores, e o lago fez toda a diferença”, complementa. Sobre o futuro da cidade, Marquinho acredita que Brasília está cada vez maior em todos os sentidos.
“Não só como uma região maior em extensão e em população, mas uma cidade que culturalmente vai crescer muito”, comenta Marquinho. Sua esperança é que ainda exista muito trabalho por parte do bloco para incluir novas músicas autorais. “Assim como foi agora há pouco tempo atrás, com o pagode de Brasília. Que a gente consiga trazer novos artistas, não só na música, mas nas artes nas artes em geral”, deseja.
Para o futuro, Meolly e Diogo desejam que o bloco siga criando e crescendo, levando o nome da cidade adiante e ampliando o alcance dos projetos. Os dois ainda deixam um conselho a novas gerações de brasilienses. “Às próximas gerações: valorizem a cultura local, arrisquem, colaborem e construam algo que tenha identidade”, finalizam os fundadores do Bloco Eduardo e Mônica.

 
Saiba Mais

Mariana Reginato Repórter da Editoria de CulturaEstudante de Jornalismo na Universidade de Brasília.

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