Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
Noticiário Brasilia
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
Noticiário BrasiliaNoticiário Brasilia
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Governo

Como a IA é usada no dia a dia do paciente? Entenda

4 de novembro de 2025
Compartilhar

Contents
Acompanhamento de doenças crônicas e melhor comunicação médico-pacienteQuais são os limites da IA na medicina?

A inteligência artificial (IA) já faz parte de diversas áreas da medicina, seja para agilizar diagnósticos, antecipar riscos de doenças e pioras de quadros de saúde, organizar filas de atendimento e facilitar a tomada de decisão de médicos.

Apesar de ser usada frequentemente nos “bastidores”, a tecnologia também pode impactar diretamente a rotina de pacientes. Segundo especialistas ouvidos pela CNN, a IA pode ser utilizada em diferentes frentes de atendimento, como:

  • Triagem digital no plano de saúde: se o aplicativo pede para você descrever sintomas antes de ser direcionado para um médico, há grandes chances de ser IA organizando essa jornada;
  • Mensagens de lembrete: notificações de exames, vacinas ou consultas enviadas de forma personalizada geralmente são disparadas por sistemas inteligentes;
  • Agendamento mais rápido: quando consultas ou exames são marcados em poucos minutos, integrados diretamente ao sistema do hospital ou clínica, a IA pode estar por trás da automatização;
  • Atendimento mais preciso: se o médico consulta relatórios digitais durante a consulta com informações já organizadas, é sinal de que a IA ajudou a transformar dados em recomendações clínicas.

“Um dos pontos mais importantes da inteligência artificial na saúde é a capacidade de apoiar o profissional em tempo real. Hoje já existem soluções que escutam e transcrevem a consulta enquanto ela acontece, e a partir disso geram alerta, sugestões, e apoiam o médico em tempo real. Esse apoio não substitui o médico, mas pode salvar vidas, porque reduz erros e agiliza decisões clínicas”, explica Maurício Honorato, CEO da Doutor-AI.

Acompanhamento de doenças crônicas e melhor comunicação médico-paciente

As doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, necessitam de monitoramento médico constante. A IA desempenha um papel importante nesse acompanhamento, personalizando o tratamento para o paciente e ajudando a prever complicações associadas a essas condições.

“Dispositivos conectados e aplicativos móveis já geram dados em tempo real sobre glicemia, pressão arterial e outros indicadores. Combinados com agentes de IA e fluxos de automação, esses dados permitem alertas automáticos e navegação personalizada, reduzindo falhas e aumentando a adesão ao tratamento”, explica Isadora Kimura, CEO da healthtec Nilo.

Além disso, a IA pode auxiliar na comunicação médico-paciente, ao permitir interações mais claras e humanas, ao reduzir o tempo do médico na análise de formulários, sistemas e tarefas administrativas.

“Essa sobrecarga reduz a qualidade do atendimento, atrasa diagnósticos e aumenta riscos de falhas. Em 2024, por exemplo, o número de ações por erro médico cresceu 506%, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, cita Honorato.

“Nesse contexto, a IA atua como um copiloto de comunicação. Ela automatiza tarefas repetitivas, organiza dados de forma estruturada e gera relatórios em segundos. Com isso, reduz drasticamente a burocracia e devolve ao médico o tempo de estar presente com o paciente”, explica.

Quais são os limites da IA na medicina?

Apesar de auxiliar o trabalho médico, a IA não substitui profissionais de saúde, nem sua expertise e competência. O trabalho da tecnologia deve ser complementar ao julgamento clínico e à tomada de decisão do médico.

“A IA é capaz de analisar grandes volumes de dados, identificar padrões e sugerir hipóteses diagnósticas, mas sempre sob supervisão profissional. Essa combinação reduz riscos, aumenta a segurança e garante que nada importante seja esquecido”, afirma Honorato. “A inovação deve ser entendida como ferramenta de suporte, que amplia a capacidade dos profissionais.”

Para Kimura, a chave está em usar a tecnologia como aliada da humanização. “Ao transformar dados dispersos em informações úteis, os agentes de IA apoiam decisões clínicas, aumentam a capacidade operacional e garantem que cada paciente seja tratado de forma única”, afirma.

“Essa mudança impacta não apenas os profissionais, que trabalham de modo mais organizado e com menos sobrecarga, mas também os pacientes, que passam a vivenciar uma jornada mais fluida, com orientações consistentes e uma rede de apoio sempre acessível”, completa.

Assuntos Governo
Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print
Painel Informe Manaus de Satisfação: Gostou da matéria?
Love0
Angry0
Wink0
Happy0
Dead0

Você pode gostar também

Governo

PF devolve credenciais de oficial dos EUA que atuava no Brasil

28 de abril de 2026
Governo

PF restaura acesso de agente americano em Brasília

28 de abril de 2026
Governo

CGU promove Semana de Governo Aberto 2026 em Brasília

28 de abril de 2026
Governo

Tchê é convidado para apresentar Rota do Cacau em Brasília

28 de abril de 2026
Governo

“3 multas em 3 minutos: carioca viraliza ao comparar o RJ com Brasília

28 de abril de 2026

‘Queremos paz justa, não imposta com mísseis’: ato em Brasília exige soberania para Palestina, Irã, Cuba e Venezuela

28 de abril de 2026
Noticiário BrasiliaNoticiário Brasilia